A Invasora:Um dos melhores filmes de terror dos últimos tempos
Enviado por andrew em 04 de fev de 2010, sob Dicas, Trailers e vídeos
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Conheça o terror gore que colocou os franceses Julien Maury e Alexandre Bustillo na mira de Hollywood




TRAILER:
Ao longo de 2007 e 2008, a Dimension Films – divisão especializada em terror dentro da Weinstein Company – tentou levar para Hollywood os roteiristas e diretores Alexandre Bustillo e Julien Maury. Deu à dupla francesa o novo Hellraiser, depois um Halloween, mas nenhum dos dois projetos emplacou.
Não que Bustillo e Maury sejam talentos isolados. Nos últimos anos floresceu na França, na Bélgica e na Espanha um cinema de terror de veia gore – filmes como Haute Tension, Martyrs, Vinyan e Frontière(s). Outros nomes, como Pascal Laugier, também têm sido convidados a trabalhar nos EUA. Em entrevista ao The Wall Street Journal, em agosto do ano passado, o belga Fabrice Du Wetz disse que “estamos todos recebendo os mesmos roteiros” vindos de Hollywood.



O que tanto interessa, portanto, neste cinema de gênero europeu a ponto de a Dimension negociar com cineastas de baciada? O primeiro e até agora único filme de Bustillo e Maury, À L’Intérieur, lançado no Brasil direto em DVD com o título A Invasora, dá pistas para entender o fenômeno.



A principal: é o típico filme B com cara de produção barata mas suficiente criatividade para, respectivamente, conquistar o street cred dos fãs do gênero e convencer o espectador médio de que a sangueira é real. Realizado com o equivalente a 3 milhões de dólares, A Invasora visivelmente gasta metade com fluidos falsos e vísceras de plástico. Mais uma quantia para alugar a casa que serve de locação, outro tanto para montar o único cômodo dessa casa recriado em set, o banheiro.



“Aproveite a sua última noite de paz e tranquilidade.” Quando o obstetra de Sarah (Alysson Paradis) diz isso para a grávida no dia anterior ao parto dela, você já imagina que será uma madrugada tensa. Sarah sobrevivera, quatro meses antes, a um acidente de carro que tirou a vida de seu marido. O trauma visivelmente não foi superado – é o que basta saber da trama.
Da tradição europeia, Maury e Bustillo conservam o apego por planos longos e menos cortes (conseguir identificar o que acontece em cena não tem preço) e a economia na hora de dar informações sobre os protagonistas. O essencial para entender Sarah é dado em pouco mais de dez minutos. Compreendemos, antes de qualquer coisa, que o trauma existe porque ela ainda não deu um nome para o bebê… Com 15 minutos o filme se fecha na casa da grávida e instala-se o suspense – que vai durar até o final dos 83 minutos, duração da versão sem cortes que a Califórnia Filmes lançou por aqui, e que você pode assistir logo abaixo devidamente dublado.
Outro elemento que diferencia A Invasora de todos os enlatados produzidos na Dimension é a confiança no clima, não no susto. O cenário é iluminado como se a eletricidade da casa estivesse a meia carga. Há luz indireta em todo canto, mas parece que as lâmpadas vão fraquejar a qualquer momento. O espectador aguarda pelo impacto, que não vem. Quando o vulto negro da morte surge dentro da casa pela primeira vez, avança devagar e, pior, sem pressa.
Como o pavor se instala sem sustos no filme, dá a entender que pode, talvez, ter algo de ilusório. A Invasora se confunde com thriller de alucinação, daqueles em que nada é o que parece, até os primeiros 30 minutos – o trecho mais promissor. A partir daí, como Maury e Bustillo têm um fetiche por gore a satisfazer, a sugestão de morte dá lugar à carne viva mesmo.
E se o filme ganha em catarse perde por aderir às convenções do terror-de-contagem-de-corpos: coadjuvantes aparecem do nada e o naturalismo começa a ser vencido pela inverossimilhança.
O saldo, contudo, é positivo. Maury e Bustillo dominam o espaço de cena, entendem do que é feita uma atmosfera de sadismo e têm timing ideal para criá-la. O problema é que a transição para Hollywood é problemática justamente nesses quesitos. O filme de terror made in USA anula o espaço de cena em nome da velocidade da ação e confunde criação de expectativa com desenvolvimento frágil, redundante de personagens.
Se a migração da dupla se concretizar – em abril passado eles anunciaram seu primeiro longa em inglês, Livid, mas o lançamento prometido para o fim de 2009 não aconteceu – não será fácil manter-lhes a autenticidade. Por (Marcelo Hessel Crítico do omelete)
A Invasora, assista e tire as suas conclusões:
Após assistir 70 minutos desligue seu modem espere uns 10 segundos e ligue de novo para renovar seu endereço IP e assim continuar assistindo o filme











fevereiro 7th, 2010 on 13:11
Não consegui ver nada!
=/
fevereiro 7th, 2010 on 13:25
Como assim Talita? tente mudar seu navegador, aqui eu uso o firefox e o chrome e funciona legal.Alias esse filme A Invasora é 10 assista vale a pena.
fevereiro 7th, 2010 on 17:36
Não gostei do filme. Um dos melhores filmes de terror dos últimos tempos? Que exagero…
Não seria mais fácil a louca que perdeu o filho no acidente ter tentado sequestrar o bebe após o nascimento? hahahahaha o que ela faz no filme é ridículo. E ainda, um policial treinado que nem algemar alguem consegue. E outro policial, se é que da pra chamar assim, ouve os tiros e não chama reforços? Depois ainda leva o vagabundo JUNTO pra dentro da casa? Não era mais fácil ter algemado no próprio carro? Que ainda depois ressucita, conserta a eletricidade e ataca a grávida WTF?????
fevereiro 7th, 2010 on 17:53
Fiquei curiosa, vc descreveu bem.. vou ver (:
fevereiro 7th, 2010 on 19:13
Esqueceu de avisar que o MegaVídeo tem um limite diário de 72 minutos. Ninguém conseguirá assistir na integra.
fevereiro 7th, 2010 on 19:34
Carol Após assistir 70 minutos é só desliguar o modem esperar um pouco e ligar de novo seu modem para renovar o endereço IP e assim continuar assistindo o filme. Esqueci de avisar.
abril 7th, 2010 on 12:57
Esse filme é D+ *-*
junho 24th, 2010 on 22:48
adoro esse filme (:
agosto 12th, 2010 on 10:13
Acabei de assistir o filme. Não me considero um espectador mediano, como classifica o autor da crítica aqueles que enxergam um realismo impressionante no filme. A sensação é tremendamente incômoda, cenas espetaculares baseiam-se no simples, no cotidiano, rotineiro. E sim, o realismo nas cenas de mutilação e afins é impressionante. Sou o tipo de espectador que não se apega a um, dois equívocos do roteiro para menosprezar todo um trabalho, neste caso, um trabalho impressionante. Recomendo!!! Quem tiver dificuldade em assistir aqui (sem falar que dublado é horrível, ao menos na minha opinião) que utilize torrent, achará fácil.